principles for successfull influencer outreach
4 07 2009Comentários : Leave a Comment »
Tags: greg verdino, pr shiftcom social media comunicacao
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integração assessoria de imprensa com mídia social
3 07 2009Comentários : Leave a Comment »
Tags: comunicacao integrada rma polvora grupo
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uso de canal social para comunicação interna corporativa
24 06 2009Comentários : Leave a Comment »
Tags: conexaobites amadeus endomarketing intranet intrablog polvora rma grupo
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como clientes e agências podem trabalhar juntos na mídia social
18 06 2009Comentários : Leave a Comment »
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profissional de comunicação e blogueiros podem melhorar a oferta do cliente?
3 06 2009
Sou do tempo em que o cliente contratava uma agência de comunicação para divulgar o lançamento de um produto e, por mais que ele fosse bom, alguma opinião de valor a gente tinha para contribuir, porém sem muito espaço ou até boa vontade pelo lado do ouvinte. Quando surgia uma brecha para comentários era aberto e não estavam alinhados com as expectativas dos empresários, eu tinha a nítida impressão que eles me viam como um elemento do time adversário.
Hoje, graças à evolução da comunicação e da mente mais aberta do mundo corporativo, eu consigo, além de palpitar, colaborar efetivamente na melhoria da oferta. Me refiro aos projetos onde proponho de antemão a participação dos beta testers, aqueles profissionais com formações diversas, mas experts em determinados assuntos, muitos autodidatas e cobertos de méritos.
O caso mais recente aconteceu no lançamento da Drimio. Como toda start-up, os executivos se viram pressionados por prazos e resultados. Fiquei feliz em convencê-los de que a rede social ainda tinha uma etapa a percorrer. Não havia atalhos para atender aos mínimos requisitos de uma comunidade tão exigente e focada em marcas. Resultado: o projeto atrasou alguns meses em função de uma mudança nos planos, porém o benefício foi sentido logo no lançamento. Segundo Salomão Casas, idealizador da Drimio, 98% dos comentários foram positivos nesta primeira fase, sendo que as críticas foram ouvidas atentamente no sentido da empresa buscar as melhorias propostas.

Depois do teste feito pelos experts, mais 200 participantes experimentaram e deram suas opiniões a respeito da Drimio. Paralelamente a essa atividade, a rede contou com uma pesquisa de percepção realizada pela Pólvora Comunicação para levantar o que os usuários esperam de uma rede social de marcas.
A fase de beta teste é muito comum em projetos tecnológicos que asseguram a redução do risco, porém não o elimina. Assim também funciona nos projetos de mídia social, até porque nessa arena os colaboradores contribuem de forma ativa na melhoria de um produto ou serviço. Por parte dos empresários, a resposta deve ser rápida e sob medida. E assim eles têm se esforçado para proceder:
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Ontem a Drimio realizou um #NOB em Joinville (SC) para continuar ouvindo as pessoas, desta vez, pessoalmente. Elogios e críticas seguiram nas conversas e assim devem continuar, afinal, esse é o karma ou a benção do “eterno beta”, certo?

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Tags: beta test tester drimio marcas comunicacao assessor
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social media PR
31 05 2009Comentários : Leave a Comment »
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médicos, pesquisadores, blogueiras e jornalistas debatem o paciente informado
23 05 2009Faça o teste. Em suas navegações no browser, você tem o hábito de:
- Procurar informações sobre doenças comuns ou diferenciadas, principalmente quando o paciente é alguém conhecido.
- Pesquisar a reputação de um médico ou hospital antes de agendar uma consulta ou exame.
- Buscar medicamentos similares ou genéricos em alternativa àqueles receitados pelo médico.
- Comparar tratamentos em diferentes estágios de uma mesma doença.
- Levar para o retorno da consulta as anotações sobre suas descobertas feitas via browser e confrontar o seu médico sem pudor.
Caso você tenha se identificado com parte – ou mesmo 100% – dessas situações, a sua ficha pode ser diagnosticada e classificada como a de um paciente expert, informado , ou simplesmente “sabichão”. Calma, isso não é mais uma patologia variante dos Transtornos de Dependência de Internet. Representa sim um termo cunhado e estudado por três pesquisadores da Fiocruz: a doutoranda Helena Beatriz da Rocha Garbin e a médica Maria Cristina Rodrigues Guilam, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), e o historiador André de Faria Pereira Neto, da Casa de Oswaldo Cruz (COC). Paciente expert ou informado na visão dos pesquisadores é aquele que busca ativamente informações sobre sua doença (ou a de um familiar), sintomas, medicamentos, tratamentos e custos.
O tema me chamou a atenção meses atrás por ter o link simultâneo com a internet e o comportamento pró-ativo das pessoas. Então eu decidi averiguar o quanto os pesquisadores estavam engajados. Convidei Alexandre Inagaki para me acompanhar ao Rio de Janeiro, sede da Fiocruz, e validar nossas percepções juntos. Percebemos, ao longo de nossa conversa com André Neto e Helena Garbin, que o projeto era muito sério. E aí surgiu a idéia: Por que não ampliar a conversa e envolver outros profissionais num debate? Foi o que realizamos no dia 19 de maio em São Paulo.
Não foi difícil escolher as referências para compor a mesa no debate para se juntarem aos próprios pesquisadores do paciente expert:
Médicos:
- Carlos Andrade : Geek, pai, marido & pitacado; eclético e sem medo.Interessado neste mundo novo da Web.
- Leonardo Diamante :Médico com 20 anos de conhecimentos em questões de TI na área de saúde, possui experiência vivida em hospitais e operadoras de saúde.
Blogueiras:
- Samantha Shiraishi: Jornalista, blogueira, editora do portal “M de Mulher”, mãe de 2 meninos, consumidora de arte, entusiasta de mídias sociais e geek inveterada.
- Liliane Ferrari: Produtora Cultural de Alex Pilis, Barcelona, Pulsarte, Expo Internacional de Stickers. Professora Escola SP, blogueira em Mãe c/ Filhos e Rede Mapfre Mulher.
Jornalistas:
- Cylene de Souza: editora da Revista Fornecedores Hospitalares.
- Mário Soma: pai de 2 filhos, empresário de comunicação que cresceu em convivência com médicos e até hoje se interessa pela Medicina.

Os pesquisadores da Fiocruz concluíram que a busca de informações sobre saúde na internet pode auxiliar o paciente a desenvolver uma postura menos passiva em relação ao discurso do médico, processo que resultaria em decisões mais compartilhadas por ambos. Porém, traz à tona os efeitos colaterais de um mundo mais informado, atualmente uma realidade inevitável, com a evolução da internet. Outros assuntos surgiram durante o debate, como por exemplo “a relação médico-paciente-plano de saúde”. O que foi discutido ao longo do evento e quem participou presencialmente ou pela web você pode checar no twitter aqui, no flickr aqui ou em vídeo aqui.
Meu aprendizado:
Temas polêmicos devem ser checados em profundidade para merecerem a repercussão e credibilidade das pessoas. Ou seja, na ocasião, não bastou apenas ler sobre pacient expert ou informado nas mídias de renome ou em dezenas de URLs. Veja que referências não faltam:
Produzir um debate dá muito trabalho, tanto na pesquisa do assunto, organização do conteúdo do evento, conciliação de agenda dos convidados, quanto na logística do preparativos e moderação dos participantes. O fato dos profissionais debatedores estarem com maturidade alinhada, no tema paciente expert ou informado e mídias sociais, otimizou o tempo, manteve o respeito entre todos (online e offline) e gerou novas idéias de projetos de forma colaborativa.
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Tags: paciente informado expert medicos blogueiros jornalistas debate, saude conectada, slideflickr
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olhar precioso que nos faz refletir
10 05 2009Apesar da descendência japonesa, nunca fui fã de fotos. A minha opinião mudou radicalmente quando entendi melhor o conceito de jornalismo cidadão. Prova disso é o meu flickr que elenca semanalmente o meu olhar sobre os fatos do cotidiano. Hoje tornou-se o meu hobby e trabalho
. E o que dizer então dos profissionais que possuem atributos especiais para olhar aqueles momentos preciosos e, sem nenhuma palavra, expressar os mais profundos sentimentos escondidos no ser humano? O slideshare abaixo reúne alguns desses registros.
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Tags: fotografia citizen journalism jornalismo cidadao slideshare, reuters
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um NOB, um twitterlunch e uma matéria na Época
17 04 2009Eu praticamente fiz um refresh” do post sobre o #NOBCriciuma. Qual a relevância disso? Se você leu este post, perceberá que tive o trabalho de levantar quem realmente fez o seu twitter no evento e como esse tema está relacionado à capa da revista Época, publicada em 14 de março. Vale a pena, principalmente porque deu para perceber que a turma de Criciúma continuou o movimento.
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mídia social amplia o horizonte para a carreira de RP
4 04 2009
Foi por meio deste blog (social media club) e da comunidade “Relações Públicas” no Orkut (+ de 10 mil membros) que comecei a conversar com Pedro Souza Pinto, um jovem de 27 anos, graduado em Relações Públicas pela UFMG. Na semana passada, ele me enviou um convite para participar da comunidade recém-formada “Horizonte RP”, que promove trocas, diálogos, experiências, divulgações e interação entre profissionais e estudantes de Relações Públicas de Minas Gerais. Além de coordenar a comunidade, ele trabalha atualmente na Assessoria de Comunicação da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte e realiza projetos como freelancer na área de comunicação e mobilização social.
Exemplo a ser seguido por outras pessoas, Pedro Souza Pinto comenta sua trajetória, visão e opiniões a respeito das mídias sociais e da profissão de relações públicas:
O interesse por mídias sociais
Sempre me interessei por tecnologia e tive uma certa curiosidade sobre as novidades na área. Desde quando começaram a surgir as ferramentas que permitiam a qualquer um criar seu site depois seu próprio blog, e assim por diante, eu buscava entender como funcionava. Mas creio que foi a partir do surgimento e expansão do Orkut no Brasil e toda a discussão que daí partiu, que passei a olhar as mídias sociais pelo viés mais crítico como profissional de comunicação. Desde então acompanho – ou pelo menos tento, dada a velocidade com que as coisas acontecem – o que surge de novo nessa área, bem como os estudos ou reportagens. Pra falar a verdade, já me cadastrei em tantos tipos de redes sociais na internet, apenas para ver como funcionavam, que já não sei mais de quantas faço parte.
Os projetos desenvolvidos pelo grupo de relações públicas
O grupo surgiu em meados de 2006 (oficialmente, em setembro de 2006) e realiza praticamente tudo pela internet. É um trabalho totalmente voluntário, por isso utilizamos essencialmente esse recurso, que não nos gera custos. Começamos com uma lista de discussão no yahoo, que ainda mantemos. Quando definimos melhor o que faríamos, criamos um site, e mais tarde uma newsletter, a “Panorama”, que era quinzenal e depois passou para mensal. Atualmente não a estamos publicando devido à nossa pouca disponibilidade para produzir material próprio, além de estarmos num momento de revisão de algumas ações. Ainda no começo, também realizávamos reuniões do grupo, às vezes em alguma faculdade, para atrair também alguns estudantes, e outras vezes em algum lugar onde pudéssemos planejar as ações. Com o tempo, porém, percebemos que esse formato de reunião era pouco atrativo e nos concentramos mais no trabalho virtual. Em seguida veio o blog e também a comunidade do Orkut. Além disso, acompanhando os blogs e listas de discussão de RP, descobrimos na Bahia uma iniciativa interessante, de uma aluna chamada Shade Andréa Cavalcante, que propunha um evento chamado “Café Com R e P”. A idéia era reunir profissionais e estudantes de Salvador para um bate-papo informal e descompromissado, apenas para que eles se conhecessem e trocassem idéias. Fizemos contato com ela e “importamos” a idéia, passando a realizar desde o final do ano passado um encontro bimestral, o “Café Horizonte RP”, com o mesmo formato (aliás a 3ª edição é nesta segunda, 30 de março).
Por fim, conhecemos o Ning e resolvemos investir nessa idéia, quando percebemos o potencial de criar uma relação mais próxima e menos mediada entre os nossos públicos. Acho que essa rede social consegue resumir da melhor forma o que queremos com o Horizonte RP, que é gerar entre os RPs mineiros esse encontro e essa troca de experiências.
Quanto ao grupo, somos dois que administram diretamente as ferramentas. A outra pessoa é a Alanna Costa (foto), RP formada pela faculdade Fabrai (em 2006, quando começamos, ainda era estudante). Temos também um apoio mais direto de outro profissional, Wallace Ischaber (freelancer), que nos fornece o espaço em seu servidor e nas configurações gerais da web (endereços, e-mail etc). Há também outros colegas mais próximos que, apesar de não estarem responsáveis por alguma ferramenta ou função no grupo, são legitimadores que estão sempre presentes e participando do que propomos.
O grupo, como eu disse, é totalmente voluntário, e a nossa intenção é justamente que as pessoas participem de forma espontânea no que lhes for possível. Então é difícil separar extamente quem faz parte ou não do Horizonte RP, por isso fiz essa divisão mais operacional.
As experiências vividas
Do começo até hoje pudemos perceber que já começou a se estabelecer uma rede mais coesa de profissionais de RP aqui em BH. Também entre
os estudantes nos tornamos bastante conhecidos – talvez porque a rede dos estudantes seja mais próxima pelo próprio ambiente em que convivem e pela maior proximidade com as novas tecnologias. Alguns deles passaram a ter o nosso site e newsletter como uma fonte de informação (hoje, o blog e, esperamos, o Ning). Também passamos a buscar parcerias, e alguns cursos oferecidos pelo INAP (Instituto de Artes e Projetos, aqui em BH) dão desconto aos cadastrados no Horizonte RP (seja na nossa lista de discussão ou nosso mailing). Temos ainda um bom caminho ainda para chegar a criar uma referência de informação para as RP de Minas Gerais, como pretendemos, mas creio que estamos andando no ritmo certo para o que o grupo pode fazer.
O futuro das mídias sociais
Minha opinião sobre isso é mais um desejo do que uma previsão. Mas acredito que as mídias sociais devem caminhar para chegar a um momento de convergência, quando será ainda mais simples estar presente de forma permanente nessa vida social digitalizada. Digo “vida social digitalizada” também porque vejo as mídias sociais tornando-se uma extensão dos nossos relacionamentos, pessoais ou profissionais, no mundo real, com formas diferentes de explorá-los. Olhando ainda mais adiante, creio que aquela convergência as tornará uma parte normal de nossas vidas, integrando-as como uma forma de nos organizarmos e nos relacionarmos no cotidiano. Mas aí já estou me adiantando um pouco demais…
Bom, é isso aí. Abraço! Pedro.
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Quanto ao grupo, somos dois que administram diretamente as ferramentas. A outra pessoa é a
os estudantes nos tornamos bastante conhecidos – talvez porque a rede dos estudantes seja mais próxima pelo próprio ambiente em que convivem e pela maior proximidade com as novas tecnologias. Alguns deles passaram a ter o nosso site e newsletter como uma fonte de informação (hoje, o blog e, esperamos, o Ning). Também passamos a buscar parcerias, e alguns cursos oferecidos pelo 








