Social Currency 2012 é fantástico!

8 12 2012
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vídeo curto e que dá o recado para quem ainda não entendeu…

12 07 2011




coisas que irritam em redes sociais

10 07 2011




dei sorte para o azar e ganhei um passeio: notas sobre o uso de recursos tecnológicos e mídias sociais

26 03 2011

Sempre considerei as promoções com cupons de lojas apenas papéis “pega-moscas” para cadastro de email marketing. Afinal, você conhece algum vencedor de uma iniciativa desse tipo? Não?! Pois saiba que eu fui contemplado com uma viagem para a Vinícola Finca La Célia, em Mendoza, Argentina, com tudo pago. Óbvio, eu não estou aqui para tripudiar em cima de você com as delícias do passeio, mas quero contar as experiências de uma pessoa que ficou conectada o trajeto todo da viagem e fez uso da mídia social para compartilhar com amigos os acontecimentos. Inclusive, fique à vontade para sugerir alternativas melhores às minhas escolhidas.

Viajei munido de um Macbook, iPhone4 (Vivo) e um iPad (microchip Claro). Tomei o cuidado de ativar o roaming da Vivo, mas esqueci de verificar como funcionava o da Claro, o que foi uma completa bobeada minha, pois sempre, em algum momento vamos precisar de uma operadora em detrimento à deficiência|vantagem de outra.

A primeira parada no Aeroporto Internacional de Guarulhos foi tranqüila. Para evitar imprevistos, tanto em aeroportos quanto em shoppings centers e demais locais públicos com cobertura, eu assino Vex. Nunca fiquei a ver navios dessa maneira.

Surpresa eu tive ao chegar no Chile, primeiro ponto de minha escala, o Santiago International Airport. A Claro tem uma parceria local e o microchip do iPad funcionou bem, enquanto o meu celular Vivo ainda continuava enviando mensagens para ativação do roaming, o que eu já tinha providenciado na noite anterior.

Na sequência de minha viagem, ao sobrevoar Mendoza, experimentei a lente “objetiva” adaptada para o iPhone4 e consegui captar bonitas imagens das Cordilheiras dos Andes, dentro de padrões aceitáveis.

Preocupação mesmo eu tive em meu destino final: Mendoza. Fiquei desconectado do mundo. Nada funcionou.

registros na vinícola: iPhone4 e Instagram

Para aqueles que não me conhecem, eu nunca gostei de tirar fotos. Peguei gosto pelas câmeras há uns três anos, quando percebi que compartilhar e colaborar tinha ficado melhor e mais fácil com os canais sociais. Segundo pesquisa da Kodak , realizada em meados de 2010, o advento da câmera embutida no celular aumentou em 10 vezes os cliques dos usuários por ano, passando de 60 para 600 a média de fotos por pessoa.

Pois é… então ficou difícil aterrizar em Finca La Célia, uma vinícola charmosa e acolhedora, cuja fundação remonta a 1890, e deixar  a câmera de lado, principalmente porque o insistente pano de fundo das Cordilheiras dos Andes combinava com tudo e todos os passeios.

Uma das experiências mais positivas de toda a viagem foi o uso da câmera de filmagem do iPhone4. Com banda larga na vinícola, consegui compartilhar rapidamente no flickr (via flickit) os vídeos gravados durante os passeios e registrar, para a minha memória (e dos amigos que fiz por lá), algumas das explicações que a nossa guia Grisel detalhava ao longo do roteiro turístico.

O Instagram foi uma plataforma que me acompanhou nos principais roteiros e me colocou em contato imediato com os amigos, assim como o Foursquare. Recomendo que os dois recursos sejam estudados por quem viaja e que suas experiências sejam amplamente compartilhadas. Se você já teve as suas, deixe o seu comentário.





uma grata surpresa na sala de aula

5 11 2010

Tem coisas que deixam muito clara a diferença entre as gerações: expressões, filmes, músicas, fotos, ou simplesmente a idade. Eu iniciei meus estudos numa faculdade em São Paulo e depois me mudei para o Triângulo Mineiro (para ficar mais próximo dos meus irmãos), onde conclui o curso de jornalismo. Para ampliar meus conhecimentos e matar a curiosidade sobre o nível dos cursos em São Paulo, continuei por alguns anos seguidos meus estudos no período pós-formado, em instituições de ensino das mais renomadas.

No mês passado, tive a oportunidade de voltar para a sala de aula e matar uma curiosidade: como estava sendo tratado o assunto “mídia social” no meio universitário?  Tive uma grata surpresa. Grupos de alunos do 6o. semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Fapcom me apresentaram seus projetos de blogs e fiquei impressionado com o grau de profissionalismo da turma. Seguiam uma metodologia aplicada no mercado profissional; dominavam seus temas; falavam com entusiamo e tinham uma infraestrutura impressionante.

Nos últimos anos, eu tenho sido convidado com frequência para dar palestras em cursos de MBA e congressos. Comparando os

tipos de eventos educacionais e perfis de estudantes, deu para perceber uma nítida evolução das mídias sociais em sala de aula. Para os graduandos, ressaltei que existe hoje um mercado em franca expansão e, se na minha época, conseguir fazer uma faculdade era privilégio de poucos – e ainda continua a ser – fazer um curso com aquela base de ensino e visão de mercado já seria um bom caminho para a definição da carreira de alguns deles.

Em minha trajetória educacional, quando jovem, mesmo com poucas opções de curso|emprego na década de 80, sofri demais com as escolhas. Segui algumas e errei em escolher outras, mas a vocação profissional apontou o caminho certo. Hoje, eu já vejo os alunos com as idéias fervilhando e uma excitação enorme em botar tudo em prática. Sinto aquela veia de empreendedorismo, muito tímida no passado, na “Era do Emprego”. Sim!! estimulo o empreendedorismo nos jovens, pois as portas nunca estiveram tão abertas para toda uma geração.





um bom cenário das mídias sociais nas empresas

19 06 2010

As 302 companhias respondentes à pesquisa “Mídias sociais nas empresas”, realizada pela Deloitte Touche Tohmatsu, trouxeram um cenário bem aderente ao que tenho observado e vivido em projetos pelo mercado. E por esta razão, eu pincei algumas informações muito relevantes para entender o momento das mídias sociais no Brasil.

Serviços, varejo, bens de consumo, transporte, tecnologia, mídia e telecomunicações respondem por 77% das empresas que utilizam e/ou monitoram mídiais sociais, fato indiscutível se analisarmos as campanhas que mais ganharam notoriedade nos últimos anos.

Um dos pontos interessantes da pesquisa foi a geração de um ranking das iniciativas das empresas em mídias sociais:

  1. Ações de marketing e divulgação de produtos o serviços (83%)
  2. Monitoramento da marca ou mercado (71%)
  3. Vendas ou captura de oportunidades (46%)
  4. Suporte ao cliente, fornecedores ou parceiros de negócio (43%)
  5. Gestão do conhecimento (40%)
  6. Identificação de talentos para contratação (25%)
  7. Integração interna ou suporte a equipes (23%)
  8. Desenvolvimento de produtos ou inovação por meio de colaboração (17%)
  9. Outros (9%)

“Se isolarmos as empresas que usam mídias sociais ativamente e, ao mesmo tempo, não monitoram a rede, nota-se que 29% delas se encaixam nesta situação. Isto é uma forte evidência de que as empresas podem ter adotado as mídiais sociais seguindo a moda ou sem se preocupar com as informações provenientes do mercado”, conclui a pesquisa.

E por que as empresas monitoram as mídias sociais?

  1. Busca por um ou mais benefícios prometidos [pelas mídias sociais] (54%)
  2. Repercussão dada pela imprensa e nas próprias mídias sociais sobre o tema (35%)
  3. Reclamações sobre a empresa feitas por clientes nas mídias sociais (8%)
  4. Uso por concorrentes (4%)

Qual o objetivo ao utilizarem as mídias sociais? [top 10]

  1. Aumentar a reputação da marca (85%)
  2. Gerar mais marketing boca-a-boca (82%)
  3. Criar vantagem competitiva (59%)
  4. Aumentar a fidelidade do cliente (57%)
  5. Aumentar as vendas (55%)
  6. Inovar o modelo de negócios (53%)
  7. Trazer idéias de fora da empresa (50%)
  8. Melhorar o relacionamento com parceiros de negócios (43%)
  9. Potencializar o sucesso de novos produtos (41%)
  10. Melhorar a qualidade do suporte ao cliente (38%)

Como as empresas mensuram as iniciativas de mídias sociais? [top 10]

  1. Número de usuários, usuários ativos, visitantes ou visitantes recorrentes (71%)
  2. Visualização de páginas (63%)
  3. Frequência de visitas (59%)
  4. Tempo de permanência no site (52%)
  5. Taxa de crescimento de usuários (49%)
  6. Número de pessoas que enviam e-mail ou mensagens (48%)
  7. Frequência de postagens (45%)
  8. Citações ou links em outros sites (41%)
  9. Aumento de número de buscas por sua empresa (40%)
  10. Número de pessoas que recomendam sua empresa (32%)

Mas se as mídias sociais parecem ser a bola da vez, por que as empresas impedem o sucesso de seu uso? [top 10]

  1. Falta de tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades (49%)
  2. Dificuldade para fazer com que as pessoas participem (38%)
  3. Falta de conhecimento em gestão de mídias sociais (31%)
  4. Dificuldade para fazer com que as pessoas continuem usando e se relacionando (25%)
  5. Dificuldade para atrair usuários (24%)
  6. Dificuldade para encontrar pessoas com perfil e qualificadas para tocar as iniciativas (24%)
  7. Obtenção de dinheiro para continuar investindo em melhorias (23%)
  8. Relutância dos gestores em compartilhar informação (21%)
  9. Falta de compromentimento da alta liderança da empresa (14%)
  10. Não aplicável (12%)

Foi realmente gratificante ver a blocagem dos temas de forma tão organizada, porém o mercado mostra-se bastante volátil ainda e, certamente, os resultados sofrerão alterações, à medida que a maturidade fincar sua bandeira nas empresas.





Social Media for Communicators

3 04 2010