dna de blogueiro é…

2 02 2008

dna.jpgEu não sou um blogueiro, mas admiro de verdade quem é. Aprendi muito com essa turma. De tanto conversar e conviver com algumas pessoas da comunidade fiz um post baseado em observações, fatos reais. Seu comentário pode contribuir para aumentar, corrigir ou mudar a minha percepção sobre o tema.

Comportamento de blogueiro é…

  • ver um post em cada movimento
  • acionar o browser, assim que pintar uma novidade ou dúvida
  • rir sozinho andando na rua (e olhando para o celular que não tocou!)
  • assinar feeds ao invés de jornais e revistas
  • ficar excitado ao ver um MacBook em 24x s/juros, com 1 dia de entrega
  • ficar depressivo porque a rede está for a do ar
  • dormir tarde porque estava blogando
  • perder o sono porque lembrou de algo que ficou for a do post
  • ter mais fotos de blogueiros do que da própria família
  • ficar neurótico com tantos lançamentos de telefonia móvel
  • dar porrada em quem ainda duvida do poder da web 2.0 e social media
  • fazer sign up e experimentar todas as boas novidades da web
  • compartilhar descobertas com os amigos
  • publicar o post de seu smartphone anytime, anywhere
  • filmar com um N95, editar e fazer upload em 30 minutos
  • ”twittar” uma url interessante em menos de 1 minuto
  • respeitar opiniões
  • usar twitter como help desk
  • andar com os bolsos vazios de $, mas cheios de mobilidade
  • andar com um olho no real e outro no virtual
  • fazer uma reclamação online e real time, por ser mal atendido
  • pensar 2.0 e gritar quando sente o cheiro do 1.0
  • conversar com o smartphone até quando está rodeado de pessoas
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objetos de desejo tornam os conectados 2 em 1

19 01 2008

conectado.jpgCerto dia eu estava na fila do cinema e vi uma cena intrigante. Dois rapazes abordaram uma pessoa na entrada da sala de exibição e perguntou se ela não se importava em participar de uma brincadeira. Um dos rapazes tinha um celular N95 da Nokia e o outro, uma autorização para uso de imagem, pois tratava-se, na verdade, de uma mini filmagem promocional. A pessoa assinou sem problemas e começou a mexer nos bolsos e a acenar para a câmera. Ocorreu também com outra garota que estava enfileirada e pronta para a sessão de cinema.

No início da projeção tudo rolava normalmente… trailers, comerciais e, antes do início do filme veio a surpresa. Foi inserido o comercial do N95. E para mostrar que era simples e fácil de gravar e editar, exibiu as imagens que eu acabara de presenciar na entrada, ou seja, os personagens apareceram na telona e gerou furor na platéia.

Para embarcar tantos recursos, infelizmente o N95 não é nenhuma folhinha de papel que se encaixe perfeitamente no vestuário, como acompanhamos nas tendências de lançamentos de celulares. Mas esse nem é o meu ponto. Os conectados hoje têm tantos objetos de desejo que não conseguem perambular por aí com os bolsos vazios. Sem mencionar os MacBooks da vida.

Ontem eu entrei no carro de um amigo que carregava um iPhone no bolso e um N95 no console. Na academia, o professor tinha um iPhone e um iPodtouch (não estou questionando a racionalização do uso, pois é um estilo pessoal de cada um). Numa festa, um convidado tinha um blackberry, mas filmava a cerveja sendo apreciada com um N95. Conclusão: cadê a convergência? Pior, todos os devices são caríssimos e prometem mundos e fundos. Resta concluir que a convergência da tecnologia com o ser humano se resume nos conectados, que são, atualmente, os únicos 2 em 1 do mercado, efetivamente.





social media news room para bancos

7 12 2007

smnrmobup.jpgA RMA colocou no ar o segundo social media news room do Brasil. Trata-se de um projeto web 2.0 da mob-up, empresa que está lançando o conceito de banco móvel no mercado financeiro. A idéia dos executivos da empresa é proporcionar uma experiência diferente para quem deseja conhecer e interagir com o tema mobile banking.





o isolamento que gera a colaboração

31 10 2007

walkman.jpgipod.jpgfirefox.jpg

Em 1990 decidi fazer um curso de especialização de 12 meses na USP chamado “Comunicação e Educação”. Fui convencido pelo meu sábio e admirável orientador a me enveredar fundo no tema “Leitura Crítica dos Jornais”, inspirado no Folhateen. A idéia surgiu depois de trabalhar por dois anos como disc-joquey e procurar entender o comportamento daquela geração de jovens, ávidos pela balada da noite. Tive uma oportunidade única de manter contato com uma galera de escolas públicas e privadas para comparar que pautas eles fariam, caso estivessem na pele de jornalistas.

Entre os vários livros que eu estudei, alguns eram de autores europeus e destacavam o risco do isolamento dos adolescentes em função dos dispositivos móveis que incentivavam o uso do headphone (leia-se walkman). Naquela época, eu fiquei triste com a perspectiva de que a novidade que eu queria tanto comprar, mas não tinha recur$o$, poderia contribuir para o isolamento dos jovens.

Passados 17 anos, tenho outra visão que eu quero compartilhar com você:

De música a aprendizado: graças a Deus a preferência pela música prevalece, mas a qualidade dos podcasts cresce de maneira espantosa e para melhor. Aprendemos enquanto estamos em movimento.

O vírus contagiou gerações: essa coisa de jovem extrapolou para crianças, adultos e a turma da “melhor idade”. O que antes era criticado agora é tratado de forma colaborativa. Ao olhar pelo ângulo musical, não dá para negar, até porque o mix de ritmos ajudou muito. Vejo tango em ritmo dance, flashback em ritmo lounge, assim como bossa nova com toques de tecno. Que maravilha!

Isolamento fomenta colaboração? É difícil participar de uma comunidade, respondendo a mensagens, fazendo uploads de fotos ou escolhendo os botões do smartphone para teclar, sem estar concentrado. É desculpa esfarrapada? Sem dúvida, mas gera endorfina do mesmo jeito. Para quem está na situação de “garrafas ao mar” (aquela de filmes mesmo) é uma boa saída, mas para quem está acompanhado o tempo todo, vale uma reflexão (aguardo a sua experiência, caro leitor em “comentários”).

Um por todos e todos por um: Quem diria que os “Três Mosqueteiros” tiveram a visão do browser? Pois é… a raposa “tirou do cão” a privilegiada posição de melhor amigo do homem.

Para finalizar, eu queria dizer que sou um “convertido”. Antes era um “reformatado” do mundo 1.0 para o mundo social media. É inevitável comparar os dois mundos, pois quando se é feliz na infância e na adolescência (pela definição, até 25 anos), as boas lembranças devem ser compartilhadas.





case de construção de marca

21 10 2007