não existe “bala de prata” na social media

1 03 2008

silverbullet.jpgO momento é muito bom, apesar do assunto ser “verde”, mas sinto que a social media vem ganhando tons de amadurecimento em meus últimos social media workshops e projetos. O momento é de questionamento do ROI (Return On Investiment) por parte dos clientes. Em muitas situações surge a pergunta: qual seria a “bala de prata” para conseguirmos um sucesso estrondoso? Não existe bala de prata, mas um conjuto de iniciativas que demandam estudo e tempo.

Esse é um excelente ponto para continuarmos discutindo por muitos e muito anos. Registro aqui as minhas percepções e abaixo indico a leitura de um material muito bom. Comente, entre na roda de conversas, por favor, pois você é muito importante para mim.

Quero fazer uma campanha curta

um dos princípios básicos da social media é de que não existe retorno a curto prazo. Seria o mesmo que um pescador chegar num oceano, preparar seu molinete, atirar a isca e, num piscar de olhos, fisgar aquele baita peixão só visto naqueles programas de TV matinais do domingo. Nada contra os peixinhos de plantão que podem comer pequenos pedaços da isca, mas no fundo, sabemos que nenhum cliente tem cultura para esperar todo esse tempo, não é mesmo?

Como você conseguiu fazer isso? É tudo freeware?

apesar da essência ser o conteúdo de alto valor agregado, as pessoas se encantam pela tecnologia e pelos canais sociais. Nada contra, comecei assim. Tudo que é novo encanta e no caso dos softwares sociais, o negócio é melhor que a Disney para mim. O fato de ser freeware vai no pacote da empolgação, porém, o melhor está nos upgrades, para projetos mais sofisticados.

Você pode fazer todos os conteúdos para o meu projeto?

até dá para fazer todos os conteúdos, mas isso fere outro princípio da social media. Estamos num mundo P2P, ou seja, Pessoa-para-Pessoa e não Agência-para-Pessoa (A2P). Explico que a “arquitetura de conteúdo” e os “conteúdos de partida” podem e devem ser feitos pela agência sem problemas. Esse processo eu comparo aprendizado para andar de bicicleta. Primeira você tira as rodinhas, depois anda ao lado para não cair. Daí em diante deixa rolar. Vai fundo, sem medo.

Queria blogar como você

eu não me considero um blogueiro, mas tenho estimulado algumas pessoas a blogar, principalmente depois dos workshops. Esta atividade exige estudo dos conceitos e disciplina. Não sou um cara jovem, trabalho muito, viajo toda semana, malho e tenho uma família grande para cuidar, mas nunca deixo de documentar minhas percepções porque assumi um compromisso com você, colaborador [e não leitor]. Isso não é uma brincadeira. Vira e mexe me lembro daquele ditado, que considero meio “piegas”. É algo mais ou menos assim: “tu te torna responsável por aquilo que cativas”. E aí, meu amigo, eu “mordo a língua”.

As pessoas devem quebrar a barreira da vaidade. Todo mundo quer fazer um blog bonito…Faça um blog evolutivo. Procure o seu estilo, mas principalmente, faça de coração. Só asim você terá prazer em continuar e atrair pessoas pela afinidade.


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One response

1 03 2008
alexandrebobeda

Mario,

naquela parte ali, “Queria blogar como você”, você disse tudo: meu amigo, vaidade é o que mais existe na tal “blogosfera” brasileira. Péssimo, isso! Mas, as pessoas aprendem… abraço!

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