Participo de vários compromissos diariamente. Mas ao refletir um pouco mais sobre isso, passei a classificar os perfís de reuniões frequentes com os clientes e parceiros de negócios da seguinte forma:
ENCANTADO COM A “LÓGICA” DA CRIAÇÃO – o cliente tem um bom projeto, muito criativo mesmo, porém baseado exclusivamente em suas referências (em muitos casos não poucas, pois são pessoas experientes e consagradas), segue a linha da comunicação tradicional – one way - que, em essência, focaliza demasiadamente uma marca, um produto ou um serviço. Mostra estudos de mercado e reportagens, mas não mergulha no árduo trabalho de mapeamento para descobrir as nuances da marca nas comunidades web.
PRONTO PARA O PROJETO, MAS EM BUSCA DO DIÁLOGO E ENGAJAMENTO – o cliente entende que atrair as pessoas para um diálogo não é algo trivial. Exige técnica, conhecimento, estudo e análise. E que o seu projeto terá mais chance de sucesso se um mapeamento do mercado anteceder o seu lançamento. Fica surpreso quando o resultado desse diagnóstico dá pistas de comportamentos não perceptíveis anteriormente.
MARCO ZERO: VAMOS COMEÇAR PELO MAPEAMENTO? – o cliente entende que as conversas do mercado na web devem nortear uma campanha e todos os seus canais de comunicação [Fiz um post sobre o assunto em setembro do ano passado].
De uma forma ou de outra, as três situações têm parte de sucesso, parte de fracasso e muito aprendizado. Meu objetivo aqui não é o de julgar as atitudes de cada empresa em seu projeto, mas de mostrar a importância do mapeamento dentro desse contexto.No slideshare abaixo, você encontrará mais um curso ministrado pelos meus sócios Jair Paulo e Edney Souza sobre Desk Research, na linha da Academia 2.0, que vem sendo desenvolvida há mais de dois anos no Grupo RMA. Eles mostraram de forma estruturada porque esse é um pedaço do projeto que merece muita atenção.
ENCANTADO COM A “LÓGICA” DA CRIAÇÃO – o cliente tem um bom projeto, muito criativo mesmo, porém baseado exclusivamente em suas referências (em muitos casos não poucas, pois são pessoas experientes e consagradas), segue a linha da comunicação tradicional – one way - que, em essência, focaliza demasiadamente uma marca, um produto ou um serviço. Mostra estudos de mercado e reportagens, mas não mergulha no árduo trabalho de mapeamento para descobrir as nuances da marca nas comunidades web.
PRONTO PARA O PROJETO, MAS EM BUSCA DO DIÁLOGO E ENGAJAMENTO – o cliente entende que atrair as pessoas para um diálogo não é algo trivial. Exige técnica, conhecimento, estudo e análise. E que o seu projeto terá mais chance de sucesso se um mapeamento do mercado anteceder o seu lançamento. Fica surpreso quando o resultado desse diagnóstico dá pistas de comportamentos não perceptíveis anteriormente.
MARCO ZERO: VAMOS COMEÇAR PELO MAPEAMENTO? – o cliente entende que as conversas do mercado na web devem nortear uma campanha e todos os seus canais de comunicação [Fiz um
O lance foi muito rápido. De sexta para sábado, cerca de 72 blogueiros foram convidados para um animado desafio: a #batalhadeblogueiros. As equipes se enfrentaram em uma arena de
por meio do Twitter, seguindo as tags #batalhadeblogueiros e #batalhadeblogs. A farra foi boa e o saldo final ainda melhor. Aqueles blogueiros que se conheciam apenas pelo browser, puderam brincar, beber e conversar ao vivo. Os demais aproveitaram para botar a conversa em dia.










A polvora! produziu uma camiseta especial para o Campus Party, estampando uma imagem bem “cool” de um sanduba com o recheio de redes sociais, plataformas tecnológicas e recursos renomados da web. Aguardamos a sua visita!

“O que os olhos não vêem o coração não sente”. Hoje é praticamente impossível a informação relevante, emocionante, solidária, deixar de chegar até nós. Podemos escolher se é pelo meio tradicional (rádio, TV, jornal, revista…) ou pelas mídias sociais (flckr, youtube, twitter, blogs…). O fato é que as atitudes e pensamentos mudaram de forma significativa.








