social media revolution
20 08 2009Comentários : Deixar um comentário »
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médicos, pesquisadores, blogueiras e jornalistas debatem o paciente informado
23 05 2009Faça o teste. Em suas navegações no browser, você tem o hábito de:
- Procurar informações sobre doenças comuns ou diferenciadas, principalmente quando o paciente é alguém conhecido.
- Pesquisar a reputação de um médico ou hospital antes de agendar uma consulta ou exame.
- Buscar medicamentos similares ou genéricos em alternativa àqueles receitados pelo médico.
- Comparar tratamentos em diferentes estágios de uma mesma doença.
- Levar para o retorno da consulta as anotações sobre suas descobertas feitas via browser e confrontar o seu médico sem pudor.
Caso você tenha se identificado com parte – ou mesmo 100% – dessas situações, a sua ficha pode ser diagnosticada e classificada como a de um paciente expert, informado , ou simplesmente “sabichão”. Calma, isso não é mais uma patologia variante dos Transtornos de Dependência de Internet. Representa sim um termo cunhado e estudado por três pesquisadores da Fiocruz: a doutoranda Helena Beatriz da Rocha Garbin e a médica Maria Cristina Rodrigues Guilam, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), e o historiador André de Faria Pereira Neto, da Casa de Oswaldo Cruz (COC). Paciente expert ou informado na visão dos pesquisadores é aquele que busca ativamente informações sobre sua doença (ou a de um familiar), sintomas, medicamentos, tratamentos e custos.
O tema me chamou a atenção meses atrás por ter o link simultâneo com a internet e o comportamento pró-ativo das pessoas. Então eu decidi averiguar o quanto os pesquisadores estavam engajados. Convidei Alexandre Inagaki para me acompanhar ao Rio de Janeiro, sede da Fiocruz, e validar nossas percepções juntos. Percebemos, ao longo de nossa conversa com André Neto e Helena Garbin, que o projeto era muito sério. E aí surgiu a idéia: Por que não ampliar a conversa e envolver outros profissionais num debate? Foi o que realizamos no dia 19 de maio em São Paulo.
Não foi difícil escolher as referências para compor a mesa no debate para se juntarem aos próprios pesquisadores do paciente expert:
Médicos:
- Carlos Andrade : Geek, pai, marido & pitacado; eclético e sem medo.Interessado neste mundo novo da Web.
- Leonardo Diamante :Médico com 20 anos de conhecimentos em questões de TI na área de saúde, possui experiência vivida em hospitais e operadoras de saúde.
Blogueiras:
- Samantha Shiraishi: Jornalista, blogueira, editora do portal “M de Mulher”, mãe de 2 meninos, consumidora de arte, entusiasta de mídias sociais e geek inveterada.
- Liliane Ferrari: Produtora Cultural de Alex Pilis, Barcelona, Pulsarte, Expo Internacional de Stickers. Professora Escola SP, blogueira em Mãe c/ Filhos e Rede Mapfre Mulher.
Jornalistas:
- Cylene de Souza: editora da Revista Fornecedores Hospitalares.
- Mário Soma: pai de 2 filhos, empresário de comunicação que cresceu em convivência com médicos e até hoje se interessa pela Medicina.

Os pesquisadores da Fiocruz concluíram que a busca de informações sobre saúde na internet pode auxiliar o paciente a desenvolver uma postura menos passiva em relação ao discurso do médico, processo que resultaria em decisões mais compartilhadas por ambos. Porém, traz à tona os efeitos colaterais de um mundo mais informado, atualmente uma realidade inevitável, com a evolução da internet. Outros assuntos surgiram durante o debate, como por exemplo “a relação médico-paciente-plano de saúde”. O que foi discutido ao longo do evento e quem participou presencialmente ou pela web você pode checar no twitter aqui, no flickr aqui ou em vídeo aqui.
Meu aprendizado:
Temas polêmicos devem ser checados em profundidade para merecerem a repercussão e credibilidade das pessoas. Ou seja, na ocasião, não bastou apenas ler sobre pacient expert ou informado nas mídias de renome ou em dezenas de URLs. Veja que referências não faltam:
Produzir um debate dá muito trabalho, tanto na pesquisa do assunto, organização do conteúdo do evento, conciliação de agenda dos convidados, quanto na logística do preparativos e moderação dos participantes. O fato dos profissionais debatedores estarem com maturidade alinhada, no tema paciente expert ou informado e mídias sociais, otimizou o tempo, manteve o respeito entre todos (online e offline) e gerou novas idéias de projetos de forma colaborativa.
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como formar uma comunidade na web a partir de um #NOB
23 02 2009Comentários : 15 Comentários »
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a importância do diagnóstico no projeto de mídia social
23 02 2009Participo de vários compromissos diariamente. Mas ao refletir um pouco mais sobre isso, passei a classificar os perfís de reuniões frequentes com os clientes e parceiros de negócios da seguinte forma:
ENCANTADO COM A “LÓGICA” DA CRIAÇÃO – o cliente tem um bom projeto, muito criativo mesmo, porém baseado exclusivamente em suas referências (em muitos casos não poucas, pois são pessoas experientes e consagradas), segue a linha da comunicação tradicional – one way - que, em essência, focaliza demasiadamente uma marca, um produto ou um serviço. Mostra estudos de mercado e reportagens, mas não mergulha no árduo trabalho de mapeamento para descobrir as nuances da marca nas comunidades web.
PRONTO PARA O PROJETO, MAS EM BUSCA DO DIÁLOGO E ENGAJAMENTO – o cliente entende que atrair as pessoas para um diálogo não é algo trivial. Exige técnica, conhecimento, estudo e análise. E que o seu projeto terá mais chance de sucesso se um mapeamento do mercado anteceder o seu lançamento. Fica surpreso quando o resultado desse diagnóstico dá pistas de comportamentos não perceptíveis anteriormente.
MARCO ZERO: VAMOS COMEÇAR PELO MAPEAMENTO? – o cliente entende que as conversas do mercado na web devem nortear uma campanha e todos os seus canais de comunicação [Fiz um post sobre o assunto em setembro do ano passado].
De uma forma ou de outra, as três situações têm parte de sucesso, parte de fracasso e muito aprendizado. Meu objetivo aqui não é o de julgar as atitudes de cada empresa em seu projeto, mas de mostrar a importância do mapeamento dentro desse contexto.No slideshare abaixo, você encontrará mais um curso ministrado pelos meus sócios Jair Paulo e Edney Souza sobre Desk Research, na linha da Academia 2.0, que vem sendo desenvolvida há mais de dois anos no Grupo RMA. Eles mostraram de forma estruturada porque esse é um pedaço do projeto que merece muita atenção.
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abismo entre teoria e prática é um perigo na mídia social
31 01 2009Fui atendido por uma simpática senhora numa loja para produtos ortopédicos na semana passada. Ela reclamava do peso acumulado, muito acima do esperado para sua estatura. Na boa vontade em me envolver no diálogo, fiz as perguntas básicas sobre o seu consumo médio de açúcar, frituras, carboidratos…depois redirecionei a prosa para diabetes, tireóide e disfunção cardiovascular. Concluímos alguns cenários e, no final, fiquei realmente impressionado pelo profundo conhecimento da atendente. Ela sabia tudo sobre dietas e doenças causadas pelo excesso de peso. Antes de partir, no finalzinho da conversa ela confessou: “sei de tudo, mas na prática eu me esforço pouco para experimentar as teorias.”
É comum eu conversar com pessoas que vivem a mesma situação quando se referem às mídias sociais. A farta informação disponível sobre o tema faz com que alguns assíduos leitores tenham a falsa impressão de que conhecimento representa experiência, quando na verdade não é. Já passei por esta fase também por uns dois anos. Leva tempo.
Quando eu encontro essas pessoas por aí e entro mais firme no assunto, chego a escutar: “eu já fiz meu perfil aqui, ali e acolá no Orkut, Facebook e Linkedin, mas reúno poucos contatos. Tenho até um blog…entretanto percebo poucos seguidores e recebo raramente comentários em meus posts”. Pior é quando a pessoa já leu de tudo sobre os “gurus”, mas, na prática, não passou de discussões em rodas de conversas. Aí surgem expressões como “mais do mesmo”, “falou e não disse nada” e outras mais. Certo ou errado, cada cabeça uma sentença. E não coloco isso em discussão.
Meu papel, com este blog, é relatar o que venho aprendendo, tanto na teoria quanto na prática. Confesso que a prática tem sido intensa, numa média de 16 horas diárias.
Excesso de teoria incomoda? Então tente a prática: eu não tenho vergonha de estar desinformado sobre algumas coisas desse mundo. E não falo que sei só para fazer bonito para os outros. Entendi que o melhor caminho é:
- tomar contato com as novidades;
- me identificar com as coisas para adotá-las;
- entrar de cabeça no que acredito;
- experimentar na prática;
- escolher e analisar resultados sempre.
Faça seu short list: quem, no início, quiser experimentar 100% de tudo um pouco que brota na web, pode parar no hospício, ou será o chato da roda de conversa, ou ainda poder fazer concorrência para aquele programa diário A Voz do Brasil. É praticamente impossível um ser humano disponibilizar de tanto tempo para dedicar-se às milhares de novidades e produzir conteúdo de qualidade para tanto.
A linguagem é diferente. Não insista: esse é um ponto crítico, pois as pessoas conversam de uma forma no mundo tradicional e adotam uma nova linguagem no mundo da mídia social. Me refiro a tags, links, textos de chamadas, perfís, formas de atrair e integrar os canais de formas interessante. Me considero neste estágio e descubro novidades a cada momento e que nada está desconectado do mundo profissional onde vivo inserido.
O prazer gera a disciplina: dá para listar de bate-pronto quantas coisas nós fazemos por obrigação. No mundo das mídias sociais, a endorfina deve estar ativa e o preconceito no menor volume possível. Sendo assim, dá para misturar trabalho, lazer e prazer a qualquer hora do dia. E aí vai encarar?
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batalha de blogueiros anima [ainda mais] a Campus Party
25 01 2009
O lance foi muito rápido. De sexta para sábado, cerca de 72 blogueiros foram convidados para um animado desafio: a #batalhadeblogueiros. As equipes se enfrentaram em uma arena de laser shot localizada no stand da F-Secure, em um ambiente que simulava uma guerra virtual com armas a laser. O objetivo desta iniciativa, organizada pela F-Secure e polvora, foi o de promover uma confraternização entre os blogueiros presentes ao evento, além de incentivar a conscientização destes formadores de opinião na internet sobre a necessidade de proteção contra as novas ameaças virtuais.
A “batalha virtual” foi transmitida ao vivo, e o público da Campus Party acompanhou seus blogueiros prediletos em um monitor do lado de fora do estande e,
por meio do Twitter, seguindo as tags #batalhadeblogueiros e #batalhadeblogs. A farra foi boa e o saldo final ainda melhor. Aqueles blogueiros que se conheciam apenas pelo browser, puderam brincar, beber e conversar ao vivo. Os demais aproveitaram para botar a conversa em dia.
Alexandre Ottoni, do Jovem Nerd, foi o campeão e levou um Nintendo Wii para casa. Agradecimento especial ao fotógrafo Eduardo de Sousa que registrou tudo em dezenas de fotos. Confira quem esteve na brincadeira neste fabuloso álbum.


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Campus Party: polvora fashion geek
24 01 2009







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conheça Gabriel Naressi, o famoso blogueiro de 12 anos
23 01 2009
Qual é a idade ideal para uma pessoa começar a blogar? Não existe um padrão. Quem prova isso é Gabriel Naressi, um garoto de 12 anos, estudante do 8o. ano do ensino fundamental. Nascido em São José dos Campos, interior de São Paulo, Naressi leva uma vida normal. Estuda pela manhã, se diverte como qualquer garoto na sua faixa etária, faz as tarefas da escola e reserva um tempo para blogar. Não costuma assinar feeds. Entra nos blogs que mais gosta e começa a pesquisar tudo o que aparece de interessante. Como resultado de toda essa dedicação, ele ganhou a notoriedade dos marmanjos da blogosfera e o respeito de quem leva isso muito a sério. Posts? No mínimo um por dia.
Me lembro dos meus 12 anos. Não tinha nem metade da cabeça do Gabriel. Ele tem olhar atento, analisa os detalhes das perguntas e se esmera na qualidade das respostas: curtas e objetivas. Ajuda o fato de ele ser estudioso, se interessar por leitura e, coisa rara da idade, gostar de estar atualizado com as notícias. Conheça um pouco mais de sua vida na entrevista realizada pelo Social Media Club, durante a Campus Party 2009.
Quando você começou a blogar e por que?
GN – Comecei a blogar em maio de 2008, usando WordPress. Eu entrava na internet e lia muitos blogs porque eu achava interessante. Usava um computador da família. Antes jogava videogame, andava de bicicleta e jogava futebol, mas eu sentia que faltava alguma coisa que eu gostava. E aí eu descobri que eu gostava mesmo de blogar. Foi assim que eu criei o blog mundotosco.
Me fale sobre suas influências na web.
GN- Lia blogs de entretenimento, notícias, futebol, humor, tecnologia e outros. Tem várias coisas e é difícil listar tudo. Gosto de humor e meu blog não poderia seguir outra linha: piadas, tirinhas, flashes – vídeos, entretenimento, coisas interessantes, curiosidades, notícias. É mais ou menos isso.
Qual é o perfil de seu público?
GN – O meu público é jovem na maioria. Diariamente eu recebo, em média, 150 visitas. E continua crescendo muito rápido. Eu divulgo para todo mundo. Por exemplo, na Campus Party 2009, eu venho e distribuo cartão de visita, bottom e chaveiro (com o logotipo do “tosquinho”). Participo de vários encontros de blogueiros: Intercon, BlogCamp…Meu irmão me dá uma forcinha em vários aspectos, inclusive com adsense e toda a infra-estrutura de hospedagem.
Aonde você buscou suas referências para se inspirar?
GN – Foram muitas. Entre elas eu destaco: Interney, bobagento, Ah! tri ne! e brogui.com.
Você disse que faltava alguma coisa na sua vida. Qual é o prazer em blogar?
GN – Me expressar pelo blog, ter meus leitores e participar da blogosfera.
Como você se vê daqui a seis anos?
GN – Não sei ainda que profissão eu vou seguir, mas eu sei que quero continuar com o meu blog. Quem sabe um dia virar problogger, aquela pessoa que trabalha com blog e segue sua profissão normal paralelamente.
Qual o conselho que você dá para as empresas que não acreditam nos blogs e nas demais mídias sociais?
GN – Os blogs vão crescer e ganharão tanta importância que serão maiores que as mídias de massa tradicionais. Mas quando eles (empresários) perceberem, este mercado estará muito grande.
Veja outras entrevistas com Gabriel Naressi:
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Tags: #cparty, blogger, entrevista, gabriel naressi, mundo tosco
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entrevista com o fundador do Social Media Club South Florida
19 01 2009
Alexandre de Carvalho (@alexdc) é um quarentão que descobriu as mídias sociais aos 36 anos, quando fez seu primeiro perfil no friendster, ainda residente na França. Pouco tempo depois mudou-se para Miami (EUA) e mergulhou fundo em seus estudos nas mídias sociais. Tanto que hoje é co-fundador da StartPR e um dos “catalysts” da adhocnium, uma agência especializada em mídias sociais recém-criada pelos mais renomados profissionais desse mercado:
* Chris Heuer * Adriana Lukas * J.D. Lasica * Tom Foremski * Adrian Chan * Brian Solis * Neville Hobson * David Parmet * Alex de Carvalho * Ayelet Noff * Shel Holtz * B.L. Ochman * Ronna Porter
Filho de pai brasileiro e mãe finlandesa, @alexdc tem sotaque de gringo poliglota (inglês, português, francês e espanhol) porque sempre viveu fora do país. Estudou na França, onde fez MBA em Insead e atualmente leciona social media na University of Miami School of Communication. No último sábado, 17.01.09, @alexdc visitou a polvora e conversou comigo, Edney Souza e Jair Tavares. Como o papo foi longo, cerca de quatro horas, não pude resistir ao meu DNA de jornalista para fazer uma entrevista.
@msoma – Qual foi o seu aprendizado com as redes sociais a essa altura da vida?
@alexdc – Primeiro é importante dizer que não foi fácil. No passado, fui consultor de estratégias e comunicação de grandes empresas como Air France, Le Parisien, the Government of Mexico, British Airways, Repsol, VISA, Saint-Gobain, Publicis, General Motors e Nortel Networks. O ponto mais interessante quando entramos nas redes sociais da internet, depois de viver um bom tempo no mundo tradicional, é a reflexão, o “diálogo interno”, que é necessário para construirmos uma imagem legítima perante os outros. Temos que reaprender tudo. Ainda mais porque eu comecei minha vida profissional na publicidade, onde se acostuma falar somente coisas boas sobre os clientes e… sabemos que a vida real não é bem assim.
@msoma – Eu costumo brincar que “quebramos pratos na cabeça”…
@alexdc – Existe uma forte quebra de paradigma, onde a autenticidade é parte da solução de um problema. E aí a profundidade da mídia social depende de sua experiência.
@msoma – E o quanto você foi fundo em mídias sociais?
@alexdc – Hoje eu fomento as comunidades de novas mídias e tecnologia no Sul da Flórida. Fui o fundador do Social Media Club South Florida, e promovo o BarCamp Miami, além de ser um dos organizadores do RefreshMiami, uma rede de profissionais que trabalham com novas mídias. Nos últimos três anos eu tenho assessorado empresas startup a desenvolver novos negócios, criar parcerias e encontrar talentos.
@msoma – O que faz a sua empresa StartPR?
@alexdc – Nós fazemos a gestão da reputação online, blogger relations e brand monitoring. A StartPR ajuda as empresas a estabelecer conversas e a buscar o engajamento com pessoas que estão falando sobre o negócio, seus produtos e serviços.
@msoma – Qual o grau de maturidade do serviço de PR 2.0 nos EUA?
@alexdc – O PR 2.0 está em ascensão. Não falo só em termos de blogger relations, mas social media relations de uma forma mais ampla. Outra tendência a destacar é o conceito de social media release, que você mostrou em seu material. Tenho me envolvido em projetos de empresas que buscam desenvolver o conceito de community managers, onde pessoas legítimas promovem o contato entre o produto e a empresa, sem coisas fakes. Esse é o melhor caminho para um bom relacionamento. As empresas ainda têm que entender o real sentido das plataformas social media, entender melhor a cultura e ética para o engajamento de comunidades, tanto internas quanto externas, e para buscar otimizações no desenvolvimento de produtos e processos de negócios.
@msoma – Você falou a respeito da maturidade. Qual seria um conteúdo programático básico de um curso para uma empresa se inserir no tema “mídia social”?
@alexdc – Seria algo na seguinte linha:
Aula 1 – online identity and expression (teoria e prática) – como criar sua identidade e se comunicar na internet.
Aula 2 – community engagement – como formar comunidades e desenvolver engajamento.
Aula 3 – brand building and citizen journalism (teoria e casos reais) – como migrar de brochureware para mídia social e ter uma atitude diferente. Dar um “shift” na forma de pensar a agir.
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Campus Party 2009: aí vamos nós!
17 01 2009

Durante a semana de 19 a 25 de janeiro, a polvora! estará trabalhando a partir do Campus Party, o maior encontro mundial de integração de tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede. Nosso staff contará com oito profissionais escalados diariamente, sem contar o presidente e os quatro diretores que comandam a equipe, totalizando treze pessoas, além dos demais profissionais do Grupo RMA. Neste ano, Edney Souza, diretor de operações da polvora!, é o responsável pelo Campus Blog, com o precioso apoio de Alexandre Inagaki, diretor de conteúdo e criação da polvora!.
Nossos esforços e crenças se traduzem em investimentos. A imagem acima representa o stand de 40 metros quadrados montado no evento, juntamente com empresas parceiras, inspirado num conceito de ambiente lounge. Abaixo, um ângulo privilegiado, difícil de ser visto ao vivo, e que mostra detalhes do espaço.
A polvora! produziu uma camiseta especial para o Campus Party, estampando uma imagem bem “cool” de um sanduba com o recheio de redes sociais, plataformas tecnológicas e recursos renomados da web. Aguardamos a sua visita!
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ENCANTADO COM A “LÓGICA” DA CRIAÇÃO – o cliente tem um bom projeto, muito criativo mesmo, porém baseado exclusivamente em suas referências (em muitos casos não poucas, pois são pessoas experientes e consagradas), segue a linha da comunicação tradicional – one way - que, em essência, focaliza demasiadamente uma marca, um produto ou um serviço. Mostra estudos de mercado e reportagens, mas não mergulha no árduo trabalho de mapeamento para descobrir as nuances da marca nas comunidades web.
PRONTO PARA O PROJETO, MAS EM BUSCA DO DIÁLOGO E ENGAJAMENTO – o cliente entende que atrair as pessoas para um diálogo não é algo trivial. Exige técnica, conhecimento, estudo e análise. E que o seu projeto terá mais chance de sucesso se um mapeamento do mercado anteceder o seu lançamento. Fica surpreso quando o resultado desse diagnóstico dá pistas de comportamentos não perceptíveis anteriormente.
MARCO ZERO: VAMOS COMEÇAR PELO MAPEAMENTO? – o cliente entende que as conversas do mercado na web devem nortear uma campanha e todos os seus canais de comunicação [Fiz um 







